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Fim da piracema libera pesca no Rio Piracicaba; fiscalização continua na região

Com o término do período de piracema, pescadores voltaram a realizar atividades de pesca no Rio Piracicaba, na região de Piracicaba (SP). O período de proibição havia sido iniciado em novembro e terminou no final de fevereiro, quando termina a fase de reprodução de diversas espécies de peixes.

Retorno da atividade pesqueira

Após cerca de quatro meses de restrições, a pesca voltou a ser permitida no rio. Durante o período de piracema, a captura de peixes é proibida para proteger o ciclo reprodutivo das espécies e garantir a reposição natural dos estoques pesqueiros.

Com o fim da restrição, pescadores esportivos e amadores voltaram a frequentar as margens do Rio Piracicaba e a realizar atividades de pesca na região.

Fiscalização continua

Mesmo com o fim do período de piracema, órgãos ambientais continuam realizando ações de fiscalização para evitar práticas ilegais. Entre as irregularidades mais comuns estão a pesca com redes proibidas, uso de equipamentos ilegais e captura de espécies fora do tamanho permitido.

Durante o período de restrição da piracema, a Polícia Ambiental realizou diversas operações e apreensões de equipamentos utilizados na pesca irregular.

Importância da piracema

A piracema é o período em que muitas espécies de peixes se deslocam pelos rios para realizar a reprodução. Durante essa fase, os peixes ficam mais vulneráveis à captura, motivo pelo qual a legislação brasileira estabelece a proibição da pesca em determinadas épocas do ano.

Em muitos rios do Sudeste e Centro-Oeste, a piracema costuma ocorrer entre 1º de novembro e 28 de fevereiro, com o objetivo de proteger a desova e garantir a manutenção das populações de peixes.

Pesca responsável

Especialistas recomendam que pescadores respeitem as regras ambientais, incluindo limites de captura, tamanhos mínimos dos peixes e uso de equipamentos permitidos. Essas medidas ajudam a manter o equilíbrio ecológico e garantem a continuidade da pesca nos rios da região.

Fonte

Informações publicadas pelo portal G1.

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